Nos últimos anos a internet tornou-se uma grande aliada no
processo de vendas de produtos e serviços. Além de conter informações sobre as
empresas, que ajudarão o profissional a mapear possíveis necessidades dos
clientes realizando uma abordagem consultiva, permite chegar aos tomadores de
decisões com mais facilidade, principalmente, após o surgimento das redes
sociais específicas. Uma das ferramentas utilizadas é o LinkedIn, espaço
voltado para negócios e desenvolvimento de carreira, com mais de 225 milhões de
usuários cadastrados. Por meio dele é possível estabelecer conexões com
profissionais de cargos elevados, como diretores e presidentes, que podem
influenciar diretamente na decisão de compra.
quarta-feira, 29 de abril de 2015
sábado, 25 de abril de 2015
Gerenciamento de projetos
Qualquer tipo de projeto, desde os
mais simples até os mais complexos, está sujeito a mudanças e a riscos que
podem ou alterar significativamente seu escopo ou inviabilizar sua continuidade
e consequentemente acarretando em um encerramento prematuro. Geralmente, quando
existe mudança o gerente de projetos tem que sentar com os diretores para comunicar
todas as alterações necessárias como prazos, impacto no resto do projeto e,
eventualmente, até mesmo refazer o orçamento do projeto.
É preciso saber que todos os
projetos sofrem alterações e que isto é uma coisa natural. É muito difícil
existir um projeto que não ocorra uma mudança. Se isto acontecer é porque não é
um projeto e sim uma operação que já foi testada ou é recorrente e habitual.
O grande segredo para se tratar as
mudanças é estudar os riscos envolvidos nos projetos e pensar em boas estratégias
para tratar as mudanças, quando ocorrerem. Além disso, é preciso informar as
estratégias para riscos, descrevendo o procedimento padrão para estudar a sua
solução.
Entre as três principais causas dos
projetos fracassarem está a ineficiência no gerenciamento de riscos. O
gerenciamento eficaz de riscos inicia com o registro de todo e qualquer risco,
traduzido em ameaças ou oportunidades para o projeto. Além disso, deve envolver
e comprometer todos os principais interessados no sucesso do empreendimento, evitando que se transformem em problemas eminentes.
quinta-feira, 16 de abril de 2015
terça-feira, 14 de abril de 2015
Como funcionam os WLANs (redes locais sem fios)
Sendo assim, as WLANs combinam a mobilidade do usuário com a conectividade a velocidades elevadas de até 155 Mbps, em alguns casos.
Como funcionam os WLANs
Através da utilização portadoras de rádio ou infravermelho, as WLANs estabelecem a comunicação de dados entre os pontos da rede. Os dados são modulados na portadora de rádio e transmitidos através de ondas eletromagnéticas.Múltiplas portadoras de rádio podem coexistir num mesmo meio, sem que uma interfira na outra. Para extrair os dados, o receptor sintoniza numa freqüência específica e rejeita as outras portadoras de freqüências diferentes.
Num ambiente típico, o dispositivo transceptor (transmissor/receptor) ou ponto de acesso (access point) é conectado a uma rede local Ethernet convencional (com fio). Os pontos de acesso não apenas fornecem a comunicação com a rede convencional, como também intermediam o tráfego com os pontos de acesso vizinhos, num esquema de micro células com roaming semelhante a um sistema de telefonia celular.
Um grupo de empresas está coordenando o desenvolvimento do protocolo IAPP (Inter-Access Point Protocol), cujo objetivo é garantir a a interoperabilidade entre fabricantes fornecendo suporte a roaming através das células. O protocolo IAPP define como os pontos de acesso se comunicarão através do backbone da rede, controlando os dados de várias estações móveis.
sábado, 11 de abril de 2015
Virtualização - Um novo campo da informática.
A
virtualização conta com inúmeras vantagens que chega a constituir um novo campo
da informática. Facilita a transformação de ambientes físicos complexos em
ambientes simplificados e fáceis de gerenciar.
Ao utilizar as camadas adicionais de software (hypervisors) entre as máquinas virtuais e o servidor para que haja o compartilhamento de hardware, a virtualização autoriza que muitos sistemas operacionais sejam executados em um único servidor físico. Cada máquina virtual terá um sistema operacional independente, com desempenho parecido de uma máquina física.
Por meio da virtualização, cada máquina virtual é capaz de disponibilizar serviços de rede virtualmente através de interfaces, switches, roteadores e firewalls virtuais. Ao sistematizar uma máquina virtual utilizam-se recursos como memória, processamento através de dispositivos lógicos, espaço de disco, de acordo com a necessidade específica a qual se destina a virtual machine.
Ao utilizar as camadas adicionais de software (hypervisors) entre as máquinas virtuais e o servidor para que haja o compartilhamento de hardware, a virtualização autoriza que muitos sistemas operacionais sejam executados em um único servidor físico. Cada máquina virtual terá um sistema operacional independente, com desempenho parecido de uma máquina física.
Por meio da virtualização, cada máquina virtual é capaz de disponibilizar serviços de rede virtualmente através de interfaces, switches, roteadores e firewalls virtuais. Ao sistematizar uma máquina virtual utilizam-se recursos como memória, processamento através de dispositivos lógicos, espaço de disco, de acordo com a necessidade específica a qual se destina a virtual machine.
A virtualização deixou de ser uma
tendência e passou a ser uma realidade de muitos setores, sejam eles envolvidos
ou não com a área da tecnologia. A virtualização tem sido utilizada desde os
primórdios da informática, em que os mainframes simulavam terminais virtuais
remotos nos quais vários clientes usavam, remotamente, os seus recursos.
Atualmente é quase impossível realizar
qualquer serviço sem que haja a utilização da internet ou sem o conhecimento de
algum servidor ou serviço virtualizado. Pode-se citar como exemplo os serviços
de cloud computing, em que servidores vrtualizados formam uma rede fisicamente
distribuída para cada serviço específico que se pretende executar.
A virtualização de servidores utiliza um
software que simula o hardware no qual será executado um sistema operacional,
não precisamente o mesmo do sistema hospedeiro. Assim, a grande vantagem da
virtualização é a possibilidade de simular um hardware que não seja o
hospedeiro.
Alguns exemplos de produtos de
virtualização de servidores: Hyper-V (Microsoft), ESX (VMWare), Xen (Citrix),
etc.
Há inúmeros tipos de virtualizações, em
que cada um seja adapta a uma função específica em diferentes tarefas, como,
por exemplo, quando há necessidade de simular ou virtualizar roteadores,
switchs, bridges, e demais equipamentos de rede pode ser utilizados softwares
como: Dynamips/Dynagen ou Packet Tracker. Para virtualizar máquinas, servidores
para testes em sistemas desktop, utiliza-se os softwares: Virtual Box, Qemu,
VMWare, Microsoft Virtual PC, BootCamp ou Parallels. Para a virtualização de
servidores em ambiente de produção usa-se: Xen, VMWare ou KVM.
quinta-feira, 9 de abril de 2015
terça-feira, 7 de abril de 2015
Criando uma equipe altamente produtiva
Uma equipe altamente produtiva precisa ser formada por
pessoas competentes e qualificadas. Mas a maneira que os colaboradores são
agrupados, como se relacionam, onde dedicam sua atenção e como são liderados,
também são alguns dos fatores que contribuem para a produtividade de um time.
segunda-feira, 6 de abril de 2015
Objetivo de um consultor
O maior objetivo de um consultor, ao menos o meu, é fazer com que os clientes tenham o máximo de retenção do conteúdo apresentado. Afinal, minha consultoria só terá sido válida se tiver contribuído no processo de transformação da empresa.
Uma ótima sema !!!!
Deixe seu comentário, tire suas dúvidas, deixe suas críticas e até o próximo post.
quarta-feira, 1 de abril de 2015
Com a segurança sendo um fator importante para investimentos em cloud, é normal que pontos como infraestrutura, conectividade e SLA sejam citados como os mais importantes na hora da escolha de um provedor de cloud computing.
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